domingo, 19 de setembro de 2010

O blog Processamento Digital Completou 01 ano no ar!

Olá amigos (as),

Esta semana o blog Processamento Digital completou 01 ano de existência. Com muita dedicação, produzimos 265 posts e recebemos 70.000 visitas com um feedback de 118 comentários. Um número impressionante para a primeira fase do blog. Um estímulo para fazer muito mais! 

Agradeço a todos pelos comentários, elogios e sugestões. A missão do blog na Internet foi cumprida com sucesso. A leitura dos posts colocaram os usuários iniciantes em Geoprocessamento no centro das atenções. Futuramente iremos promover uma série de modificações no blog visando trazer  um pouco mais de clareza nas mensagens que prentendemos levar adiante com muita alegria e dedicação.

Hoje é dia de festa na blogosfera! Parabéns ao blog Processamento Digital!

O homem é capaz de todos os heroísmos;
A mulher, de todos os martírios.
O heroísmo enobrece, o martírio sublima. (Victor Hugo)


ArcMap: ArcToolBox - Exportar Layer para KML

Eu não tinha conhecimento de que existia uma ferramenta própria do ArcGIS para exportar um arquivo shapefile para o formato KML/KMZ do Google Earth. Desde a versão 9.1 do SIG eu utilizo a ferramenta Export to KML, mas é bom informar que este processo pode ser executado através do ArcToolBox a partir da versão 9.3 do programa.

Vou registrar este post pensando em alguém que ainda não descobriu essa função do SIG. Para ativar as ferramentas do ArcToolBox, clique no botão indicado pela imagem abaixo:

Esse botão Habilita/Desabilita as Ferramentas do ArcToolBox

No exemplo utilizado pelo blog, vamos exportar a camada SaoPaulo.shp para o formato KML. Clique na guia Search e digite "KML". A primeira ocorrência é a função que desejamos executar. Clique duas vezes sobre ela:

layer to kml

Na próxima janela, é preciso indicar a cada alvo, definir um valor para a escala e estabelecer um nome e um local de saída para o arquivo:

Layer To KML

Feito! Agora basta abrir o seu arquivo no Google Earth:

A camada sendo carregada no Google Earth

Agora todos sabem que existem duas formas distintas de exportar uma feição para KML no ArcMap.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Ainda precisamos publicar mais dicas para o SPRING



Como não canso de repetir, precisamos encontrar alguma forma de facilitar o acesso dos usuários do SPRING ao próprio SPRING. Parece brincadeira, não é mesmo? Todos os que lêem dicas em blogs reconhecem que somos testadores de programas na maior parte do tempo. Logo, conhecemos de perto as alegrias e angústias dos usuários finais e isso gera um vínculo que dura até o momento glorioso em que o usuário alcança a "fase adulta", ou seja, passa a dominar a ferramenta e raramente navega em busca de dicas.

A vida nem sempre é fácil para os iniciantes em GIS. Que tal um e-mail para você meditar durante o final de semana?


From: -----@yahoo.com.br
Subject: Spring - ajuda
To: jorgepsantos2005@hotmail.com

Jorge,

Estou começando a entender o spring graças ao material que vc deixou postado na internet.

Sou licenciada em geografia e preciso aprender trabalhar com um sig, mas onde estou dando aula não tenho ninguém que possa me dar um auxílio. Por isso tomei a iniciativa de te escrever para saber se de vez em quando vc pode me dar umas dicas ou mesmo indicar material onde eu possa ler coisas sobre o spring.

Conforme o material que vc postou, consigo fazer até antes das coordenadas,  mas esse "retângulo envolvente"... Não sei o que digito de errado nas coordenadas. Eu tenho uma carta topográfica na escala de 1:100.000. Se vc pudesse me orientar como insiro as coordenadas ficaria muito grata.



Certamente o e-mail dessa geógrafa é capaz de sensibilizar o mais rígido dos geoprocessadores. O SPRING anda meio esquecido por nós, blogueiros... Coitado! Felizmente temos uma exímia blogueira cuidando com carinho do Terraview. O gvSIG jamais fica desamparado: os blogueiros Esdras e o Eliazer não permitem de modo algum que isso ocorra. O Sadeck sempre publica poderosas dicas para o ENVI (como ele consegue?)

No momento, precisamos de uma blogueira - ou blogueiro mesmo - que possa de vez em quando sair em socorro dos usuários do SPRING postando algumas dicas sobre o SIG do INPE.

O blog PD iniciou um processo de descomplicação dessa poderosa ferramenta - não ultrapassou três posts! A esperança, que respirava por aparelhos, ganhou fôlego quando o blogueiro Anderson Medeiros reforçou o conhecimento com a divulgação de um livro sobre o SPRING. O esforço para popularizar este sensacional aplicativo não pode parar. É lento, mas não vai parar.

Certamente uma nova missão para os 300... Da Web.

Em tempo: Esse "Retângulo Envolvente" do SPRING realmente dá uma dor de cabeça em qualquer nível de usuário!

SPRING: Retângulo Envolvente em Graus Decimais



Estou publicando essa dica para auxiliar os usuários do SPRING que desejam adicionar bases cartográficas em lat/long aos seus projetos.

1ª Pergunta: Quais são os valores do Retângulo Envolvente do estado do Rio de Janeiro?

Para compreender o mistério do Retângulo Envolvente, é preciso abrir o vetor em qualquer aplicativo GIS e anotar as coordenadas dos quatro cantos. Essa base cartográfica de referência precisa ser confiável. Veja a imagem abaixo:

2ª Pergunta: Como inserir coordenadas em graus decimais ao projeto do SPRING?

As coordenadas dos cantos são conhecidas como Bounding Box, Extension ou mesmo como Retângulo Envolvente. Todos os aplicativos GIS fornecem os valores da extensão de uma camada. Por exemplo,  no Quantum GIS, basta acessar as Propriedades da Camada e copiar os valores X1/X2 e Y1/Y2:

No SPRING, ao criar o projeto, clique no botão de opção Planas e posicione os valores das coordenadas de acordo com primeira imagem deste tutorial:


Ao clicar no botão Criar, o SPRING irá ajustar as coordenadas em Graus Decimais no formato Grau, Minuto e Segundo (Veja a imagem abaixo):


Finalize a etapa de criação do projeto clicando no botão Ativar e use as técnicas de importação de arquivo shapefile para carregar os vetores:


Fim do tutorial. A partir de agora você poderá importar todas as suas bases de dados em Lat/Long sem se preocupações!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Ser um geoprocessador intrépido na Web é uma necessidade

Às vezes a mente tenta nos convencer que aquilo que temos é suficiente, mas o coração continua insistindo para que sigamos em frente. O que podemos fazer? Permanecer em posição ou seguir adiante? Dilemas podem se tornar uma verdadeira loucura quando aparentemente não contemplamos uma  resposta  imediata, mas alguns dilemas são relevantes porque nos levam a pensar. Pensar potencializa a criação de projetos, incentiva o planejamento e estabelece novos horizontes.

Mais do que sentimentos existenciais ou daquela conhecida busca por auto-afirmação, a dúvida no sentido científico pode ser saudável.  Tenho experimentado isso ultimamente. Sou um geoprocessador, gosto de ser chamado assim. Gosto do meu trabalho e não posso me dar ao luxo de jamais desistir. Razões? Que tal a mensagem que recebi hoje via e-mail? Segue abaixo a reprodução parcial do texto:


Olá tudo bom, conheci seu trabalho através do seu blog.

Sou estudante de geografia, entrei agora numa empresa de arqueologia e estou querendo começar a implementar lá um software livre de SIG. Conheço muito pouco, estou começando a usar o Kosmo e o QGIS e fico na dúvida de qual seguir estudando. Além disso tenho dificuldades básicas.

Você pode me ajudar!?????

Uma pequena dúvida, não consigo inserir pontos a partir de coordenadas (preferiria que fosse UTM) em nenhum dos dois programas. No Kosmo consigo alterar a coordenada, mas não inserir direto no lugar certo (sei que dá pra fazer no proprietário). Você sabe como faz???

Outra dúvida é onde encontrar uma boa base topográfica vetorizada do Brasil. Difícil né? Também não sei linkar o programa com base de dados da internet.

Na verdade, precisava saber de cursos para estes softwares. Quero convencer meu chefe a implementar GIS (ele usa autocad pra fazer tudo quanto é mapa!!!) e estou gostando do mundo dos softwares livres mas não tenho nenhuma experiência e o autodidatismo tá complicado para o que eles precisam.

Muito obrigado desde já,

Abraços


Prestaram atenção na sede de conhecimento do futuro geógrafo? Mal chegou e já consegue contemplar o potencial da aplicação de um SIG no seu trabalho diário, mesmo sem saber como espacializar uma coordenada! Preciso dizer mais alguma coisa? Canalizando a dúvida na direção certa, esse  intrépido estudante vai empenhar-se em buscar o conhecimento e, com o passar do tempo, se tornará um sólido profissional da área de Geotecnologias.

Como se não fossem convincentes os argumentos acima, parte de uma canção começou a tocar na minha cabeça o dia inteiro! Estou com quase um milhão de imagens de satélite para gerenciar, analisar, processar, executar backup, etc. Misteriosamente, um fragmento de canção que dizia "...Don't Give Up" ecoou acima das minhas mentais habilidades em PDI durante o horário de trabalho.

Após o término do expediente, já na lan, um rápida pesquisa no Google permitiu-me desvendar aquela sobrenatural orientação. A canção é pela voz de algumas das maiores beldades da música R&B na atualidade. Reproduzirei o vídeo e o refrão da letra para alegrar o restante da sua noite:



Sou um observador do processo. Esse trabalho não pode parar, gladiadores. A Web anda em busca de pessoas intrépidas. Um único internauta - ou trezentos deles - pode entrar para história através de atos que talvez desafiem a razão, as circunstâncias e até mesmo o tempo.

If the mind keeps thinking you've had enough
Se a mente continua pensando que você já teve o bastante,

But the heart keeps telling you don't give up
Mas o coração continua te dizendo para não desistir

Who are we to be questioning, wondering what is what
Quem somos nós pra estar questionando o porquê de tudo?

Don't give up
Não desista

THROUGH IT ALL, JUST STAND UP!
ATRAVÉS DE TUDO, APENAS LEVANTE-SE!

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

O propósito do blog Processamento Digital é ajudar você

Muitos amigos que conheci na Internet enviam e-mails e mais e-mails com dúvidas, elogios, sugestões de artigos e outras coisas mais. Eu poderia publicar diariamente essas manifestações pois possuo boa tolerância com qualquer tipo de crítica e observação fundamentada. Certamente faltaria espaço para os tutoriais que tanto fazem sucesso entre os leitores. De todas as manifestações, certamente as dúvidas ganham por larga vantagem sobre qualquer tema.

Reconheço que é difícil manter esse trabalho sozinho. É preciso total entrega. Futuramente estou interessado em descentralizar um pouco o blog e criar uma iniciativa voltada para iniciantes em GIS que assina artigos de vários colaboradores. Tenho um interesse colossal em sondar como as pessoas recebem e reagem ao contato com um SIG pela primeira vez. É grande a procura por iniciativas como o SPRING, por isso o SIG do INPE precisa ser sistematicamente detalhado de forma mais incisiva.  

Este blog é jovem e o blogueiro persiste em perseguir o sonho de um dia ser um Luís Lopes, um Eliazer, um Sadeck ou um Anderson Medeiros. Este blogueiro quer crescer colaborando para a construção do conhecimento assim como seus comrades tem crescido através do seu impecável trabalho. Aos leitores, faço um pedido: Encontrou solução para o seu problema ou achou algum artigo interessante? Colabore com o blog deixando um comentário.  Tenho certeza que a sua presença constante irá manter esse espaço atualizado.

Entenda um pouco como funciona a roldana da blogosfera:

Os comentários tornam o espaço mais conhecido e despertam a curiosidade de outras pessoas pelo blog. Assim, um blog extremamente comentado atrai mais visitantes. Com um número consideravel de visitantes, surgem membros ativos. Dos membros surgem novos colaboradores e a divulgação do conhecimento não pára nunca.

É bom lembrar que este trabalho não é pago. Não recebo um real sequer pelas dicas de geoprocessamento. Os prováveis futuros colaboradores precisam possuir em mente que o amor por aquilo que se faz é o único combustível necessário para manter este blog funcionando a todo vapor. Se existe alguém nos quatros cantos da Internet que compartilha do mesmo sentimento que eu, por favor, dê um passo em frente, seja você estudante, cartógrafo, geógrafo, arqueólogo, biólogo, técnico ou apenas um singelo navegante da Web.

Dentro de alguns dias o blog completará um ano de existência. Se parar por aqui por uma razão qualquer, já me daria por satisfeito, mas não quero parar. Sou um teimoso que ama aquilo que faz.

Dica de Blog: Geoambiente

Essa semana foi lançado o Blog da Geoambiente, um novo canal para nossos clientes, parceiros, amigos e interessados em geotecnologias conhecerem as novidades do mercado.

Dentro de uma nova proposta de comunicação integrada às mídias sociais, a Geoambiente desenvolveu um trabalho de qualidade, em busca do desenvolvimento de uma ferramenta dentro da plataforma de blogging interativa e atualizada com as tendências do mercado.

Para visitar o Blog da Geoambiente, acesse esse link.

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