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sábado, 15 de maio de 2010
O Google Earth substituiu as antigas fotos do Rio de Janeiro por imagens de alta resolução do satélite GeoEye-1. Elementos como postes da rede elétrica e trilhos da malha ferroviária podem ser observados de forma impressionante nas novas imagens.
Veja alguns locais de interesse da cidade que foram atualizados - clique nos links para fazer o download do arquivo KML da localização:
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Satélite CBERS-2B encerra suas atividades
Brasil e China anunciam o fim das operações do satélite Cbers-2B
Após fornecer milhares de imagens do Brasil e China, além de países da América do Sul e até da África, o Cbers-2B teve suas operações dadas como encerradas pelo JPC, sigla em inglês para Comitê Conjunto do Programa Cbers, que esteve reunido na terça-feira (11/05) no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos (SP).
Lançado em 19 de setembro de 2007, o satélite foi construído a partir de equipamentos e peças remanescentes do Cbers-2 e tinha vida útil estimada em dois anos. O Cbers-2B gerou aproximadamente 74 mil imagens com a câmera CCD, 11 mil com a WFI e 300 mil com a HRC, apenas sobre a América do Sul. O total de órbitas percorridas – voltas em torno da Terra – chegou a 13 mil e foram distribuídas gratuitamente cerca de 270 mil imagens deste satélite a usuários brasileiros e outras 60 mil a usuários de mais de 40 países. Todas as imagens geradas pelo Cbers-2B podem ser acessadas sem custo pela internet.
Técnicos brasileiros e chineses tentavam restabelecer a operação normal do Cbers-2B desde março, quando verificados os primeiros problemas no satélite, o terceiro lançado pelo Programa Cbers.
Em 16 de abril os centros de controle brasileiro e chinês não conseguiram estabelecer contato com o Cbers-2B e, desde então, o satélite tem enviado sinais intermitentes que indicam falta de energia. Como as chances de se restabelecer o funcionamento normal são mínimas, a Agência Chinesa de Tecnologia Espacial (Cast) e o Inpe, responsável no Brasil pelo Programa Cbers, deram como encerrada a vida útil do Cbers-2B.
Cbers-3
O próximo satélite do programa será o Cbers-3, que tem lançamento previsto para o segundo semestre de 2011. Primeiro da segunda geração de satélites desenvolvidos pela parceria sino-brasileira, o Cbers-3 marcará uma evolução em relação aos Cbers-1, 2 e 2B. Assim como o Cbers-4, que deve ser lançado em 2014, o Cbers-3 será mais sofisticado e terá quatro câmeras imageadoras, enquanto os anteriores contavam com três.
Após fornecer milhares de imagens do Brasil e China, além de países da América do Sul e até da África, o Cbers-2B teve suas operações dadas como encerradas pelo JPC, sigla em inglês para Comitê Conjunto do Programa Cbers, que esteve reunido na terça-feira (11/05) no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos (SP).
Lançado em 19 de setembro de 2007, o satélite foi construído a partir de equipamentos e peças remanescentes do Cbers-2 e tinha vida útil estimada em dois anos. O Cbers-2B gerou aproximadamente 74 mil imagens com a câmera CCD, 11 mil com a WFI e 300 mil com a HRC, apenas sobre a América do Sul. O total de órbitas percorridas – voltas em torno da Terra – chegou a 13 mil e foram distribuídas gratuitamente cerca de 270 mil imagens deste satélite a usuários brasileiros e outras 60 mil a usuários de mais de 40 países. Todas as imagens geradas pelo Cbers-2B podem ser acessadas sem custo pela internet.
Técnicos brasileiros e chineses tentavam restabelecer a operação normal do Cbers-2B desde março, quando verificados os primeiros problemas no satélite, o terceiro lançado pelo Programa Cbers.
Em 16 de abril os centros de controle brasileiro e chinês não conseguiram estabelecer contato com o Cbers-2B e, desde então, o satélite tem enviado sinais intermitentes que indicam falta de energia. Como as chances de se restabelecer o funcionamento normal são mínimas, a Agência Chinesa de Tecnologia Espacial (Cast) e o Inpe, responsável no Brasil pelo Programa Cbers, deram como encerrada a vida útil do Cbers-2B.
Cbers-3
O próximo satélite do programa será o Cbers-3, que tem lançamento previsto para o segundo semestre de 2011. Primeiro da segunda geração de satélites desenvolvidos pela parceria sino-brasileira, o Cbers-3 marcará uma evolução em relação aos Cbers-1, 2 e 2B. Assim como o Cbers-4, que deve ser lançado em 2014, o Cbers-3 será mais sofisticado e terá quatro câmeras imageadoras, enquanto os anteriores contavam com três.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Satélite LANDSAT
Fonte: EMBRAPA *
A série LANDSAT teve início na segunda metade da década de 60, a partir de um projeto desenvolvido pela Agência Espacial Americana e dedicado exclusivamente à observação dos recursos naturais terrestres. Essa missão foi denominada Earth Resources Technology Satellite (ERTS) e em 1975 passou a se denominar Landsat.
A missão, em sua maioria, foi gerenciada pela National Aeronautics and Space Administration (NASA) e pela U.S.Geological Survey (USGS) e envolveu o lançamento de sete satélites. A série Landsat continua em atividade até hoje, o que significa mais de 30 anos contribuindo para a evolução das técnicas de sensoriamento remoto em instituições do mundo todo.
O primeiro satélite, e também o primeiro desenvolvido para atuar diretamente em pesquisas de recursos naturais, foi lançado em 1972 e denominado ERTS-1 ou Landsat-1. Levou dois instrumentos a bordo: as câmeras RBV (Return Beam Vidicon) e MSS (Multispectral Scanner System).
Os mesmos instrumentos estiveram a bordo do Landsat 2 (lançado em 1975) e do Landsat 3 (lançado em 1978), considerados satélites experimentais. No L2 os sensores foram projetados de forma idêntica aos seus antecessores, enquanto no L3 sofreram algumas alterações, principalmente em relação aos canais oferecidos.
O Landsat 4 começou a operar em 1982, com o MSS e também uma grande novidade: o sensor TM (Thematic Mapper), projetado para dar suporte às pesquisas nas mais diversas áreas temáticas, especializado em recursos naturais. Dois anos mais tarde entraria em órbita o Landsat-5, com os mesmos instrumentos sensores do L4. Embora o MSS do satélite L5 tenha deixado de enviar dados em 1995, o sensor TM encontra-se ativo até hoje, oferecendo continuidade aos trabalhos e metodologias desenvolvidas com os produtos do Landsat.
Em 1993, o L4 e o L5 já haviam superado sua vida útil e o sexto satélite da série Landsat não conseguiu atingir a órbita terrestre devido à ocorrência de falhas no lançamento. O Landsat 6 foi projetado com o sensor ETM (Enhanced Thematic Mapper), com configurações semelhantes ao seu antecessor, inovando na inclusão da banda 8 pancromática com 15 metros de resolução espacial.
O sensor ETM evoluiu para o sensor ETM+ (Enhanced Thematic Mapper Plus) lançado em 1999 a bordo do Landsat 7. Este instrumento foi capaz de ampliar as possibilidades de uso dos produtos Landsat, oferecendo a versatilidade e eficiência obtidas nas versões anteriores, pois conseguiu melhorar a acurácia do sistema, manteve os mesmos intervalos espectrais, ampliou a resolução espacial da banda 6 (infravermelho termal) para 60 metros, além de tornar a banda pancromática operante e permitir a geração de composições coloridas com 15 metros de resolução. O L7 enviou dados completos para a Terra até 2003, quando apresentou avarias de hardware e começou a operar com o espelho corretor de linha (SLC) desligado. Desde então, as imagens continuam adquiridas e enviadas para a Terra mas para torná-las aptas à utilização necessitam de correções prévias e análise de acurácia no posicionamento e calibração dos pixels.
A antena de recepção do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) localizada em Cuiabá, capta desde os anos 70 imagens de todo território nacional, o que representa um enorme e único acervo de dados sobre nosso país. Este sistema orbital é ainda muito utilizado nas pesquisas realizadas pela Embrapa Monitoramento por Satélite. Existe a previsão de que a série Landsat continue, com o lançamento a partir de 2011 do LDCM (Landsat Data Continuity Mission) operando com instrumento OLI (Operational Land Imager). A continuação da série será importante para a utilização e aperfeiçoamento dos algoritmos desenvolvidos ao longo dos últimos 30 anos de pesquisas na área de sensoriamento remoto.
A missão, em sua maioria, foi gerenciada pela National Aeronautics and Space Administration (NASA) e pela U.S.Geological Survey (USGS) e envolveu o lançamento de sete satélites. A série Landsat continua em atividade até hoje, o que significa mais de 30 anos contribuindo para a evolução das técnicas de sensoriamento remoto em instituições do mundo todo.
O primeiro satélite, e também o primeiro desenvolvido para atuar diretamente em pesquisas de recursos naturais, foi lançado em 1972 e denominado ERTS-1 ou Landsat-1. Levou dois instrumentos a bordo: as câmeras RBV (Return Beam Vidicon) e MSS (Multispectral Scanner System).
Os mesmos instrumentos estiveram a bordo do Landsat 2 (lançado em 1975) e do Landsat 3 (lançado em 1978), considerados satélites experimentais. No L2 os sensores foram projetados de forma idêntica aos seus antecessores, enquanto no L3 sofreram algumas alterações, principalmente em relação aos canais oferecidos.
O Landsat 4 começou a operar em 1982, com o MSS e também uma grande novidade: o sensor TM (Thematic Mapper), projetado para dar suporte às pesquisas nas mais diversas áreas temáticas, especializado em recursos naturais. Dois anos mais tarde entraria em órbita o Landsat-5, com os mesmos instrumentos sensores do L4. Embora o MSS do satélite L5 tenha deixado de enviar dados em 1995, o sensor TM encontra-se ativo até hoje, oferecendo continuidade aos trabalhos e metodologias desenvolvidas com os produtos do Landsat.
Em 1993, o L4 e o L5 já haviam superado sua vida útil e o sexto satélite da série Landsat não conseguiu atingir a órbita terrestre devido à ocorrência de falhas no lançamento. O Landsat 6 foi projetado com o sensor ETM (Enhanced Thematic Mapper), com configurações semelhantes ao seu antecessor, inovando na inclusão da banda 8 pancromática com 15 metros de resolução espacial.
O sensor ETM evoluiu para o sensor ETM+ (Enhanced Thematic Mapper Plus) lançado em 1999 a bordo do Landsat 7. Este instrumento foi capaz de ampliar as possibilidades de uso dos produtos Landsat, oferecendo a versatilidade e eficiência obtidas nas versões anteriores, pois conseguiu melhorar a acurácia do sistema, manteve os mesmos intervalos espectrais, ampliou a resolução espacial da banda 6 (infravermelho termal) para 60 metros, além de tornar a banda pancromática operante e permitir a geração de composições coloridas com 15 metros de resolução. O L7 enviou dados completos para a Terra até 2003, quando apresentou avarias de hardware e começou a operar com o espelho corretor de linha (SLC) desligado. Desde então, as imagens continuam adquiridas e enviadas para a Terra mas para torná-las aptas à utilização necessitam de correções prévias e análise de acurácia no posicionamento e calibração dos pixels.
A antena de recepção do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) localizada em Cuiabá, capta desde os anos 70 imagens de todo território nacional, o que representa um enorme e único acervo de dados sobre nosso país. Este sistema orbital é ainda muito utilizado nas pesquisas realizadas pela Embrapa Monitoramento por Satélite. Existe a previsão de que a série Landsat continue, com o lançamento a partir de 2011 do LDCM (Landsat Data Continuity Mission) operando com instrumento OLI (Operational Land Imager). A continuação da série será importante para a utilização e aperfeiçoamento dos algoritmos desenvolvidos ao longo dos últimos 30 anos de pesquisas na área de sensoriamento remoto.
RBV (RBV)
Satélites Landsat-1, Landsat-2 e Landsat-3
O sensor RBV esteve a bordo dos três primeiros satélites da série Landsat e foi decisivo para definir as bases dos sensores que seriam lançados no futuro. As câmeras tinham capacidade de obter imagens diurnas que captavam dados de forma instantânea para a área total das cenas, com revisitas de 18 dias.
Nos dois primeiros satélites (L1 e L2), o sensor RBV operou no modo multiespectral, com três canais/câmeras (nas regiões do visível e infravermelho próximo) e resolução espacial de 80 metros:
a) o canal 1 (475 – 575 nm) na região do azul/verde;
b) o canal 2 (580 – 680 nm) na região do verde/vermelho;
c) o canal 3 (690 – 830 nm) na região do vermelho/infravermelho próximo.
No terceiro satélite da série (L3), o sensor RBV operou com duas câmeras RCA, em uma única banda pancromática (0,505 – 0,750 nm) e ofereceu 30 metros de resolução espacial.
Satélites Landsat-1, Landsat-2 e Landsat-3
O sensor RBV esteve a bordo dos três primeiros satélites da série Landsat e foi decisivo para definir as bases dos sensores que seriam lançados no futuro. As câmeras tinham capacidade de obter imagens diurnas que captavam dados de forma instantânea para a área total das cenas, com revisitas de 18 dias.
Nos dois primeiros satélites (L1 e L2), o sensor RBV operou no modo multiespectral, com três canais/câmeras (nas regiões do visível e infravermelho próximo) e resolução espacial de 80 metros:
a) o canal 1 (475 – 575 nm) na região do azul/verde;
b) o canal 2 (580 – 680 nm) na região do verde/vermelho;
c) o canal 3 (690 – 830 nm) na região do vermelho/infravermelho próximo.
No terceiro satélite da série (L3), o sensor RBV operou com duas câmeras RCA, em uma única banda pancromática (0,505 – 0,750 nm) e ofereceu 30 metros de resolução espacial.
MSS ((Multispectral Scanner System))
Satélites Landsat 1, Landsat 2, Landsat 3, Landsat 4 e Landsat 5
O sensor MSS foi lançado a bordo dos cinco primeiros satélites da série Landsat e passou por algumas atualizações durante o tempo. Com exceção do L3 que foi projetado com a banda 8 termal, os demais foram desenhados com quatro canais dispostos nas regiões do visível e infravermelho próximo. Embora projetado com a banda 8, o sensor MSS a bordo do L3 também operou com quatro bandas devido à falha no sensor termal ter ocorrido após o lançamento.
Algumas alterações verificadas entre as versões do MSS durante o tempo dizem respeito às próprias características dos satélites, que reduziram o tempo de revisita de 18 para 16 dias e aumentaram a acurácia no armazenamento dos dados de 6 para 8 bits. O sensor MSS a bordo do satélite Landsat 5 deixou de funcionar em 1995, ao contrário do sensor TM que o acompanhou e que continua enviando dados até o presente.
Satélites Landsat 1, Landsat 2, Landsat 3, Landsat 4 e Landsat 5
O sensor MSS foi lançado a bordo dos cinco primeiros satélites da série Landsat e passou por algumas atualizações durante o tempo. Com exceção do L3 que foi projetado com a banda 8 termal, os demais foram desenhados com quatro canais dispostos nas regiões do visível e infravermelho próximo. Embora projetado com a banda 8, o sensor MSS a bordo do L3 também operou com quatro bandas devido à falha no sensor termal ter ocorrido após o lançamento.
Algumas alterações verificadas entre as versões do MSS durante o tempo dizem respeito às próprias características dos satélites, que reduziram o tempo de revisita de 18 para 16 dias e aumentaram a acurácia no armazenamento dos dados de 6 para 8 bits. O sensor MSS a bordo do satélite Landsat 5 deixou de funcionar em 1995, ao contrário do sensor TM que o acompanhou e que continua enviando dados até o presente.
TM (Thematic Mapper)
Satélites Landsat 4 e Landsat 5
O sensor TM foi lançado a bordo dos satélites Landsat 4 e Landsat 5. Possui separação espectral adequada ao seu principal propósito, ou seja, oferecer subsídios para mapeamentos temáticos na área de recursos naturais. Continua em atividade no satélite L5 e opera com 7 bandas nas regiões do visível, infravermelho próximo, médio e termal. Apresenta melhor resolução espacial, acurácia radiométrica e posicionamento geométrico que seu antecessor, o sensor MSS. Os dados do sensor TM foram utilizados em pesquisas e definições de metodologias em amplas áreas do conhecimento científico e tiveram importância singular para a evolução das técnicas desenvolvidas e utilizadas no sensoriamento remoto mundial.
Satélites Landsat 4 e Landsat 5
O sensor TM foi lançado a bordo dos satélites Landsat 4 e Landsat 5. Possui separação espectral adequada ao seu principal propósito, ou seja, oferecer subsídios para mapeamentos temáticos na área de recursos naturais. Continua em atividade no satélite L5 e opera com 7 bandas nas regiões do visível, infravermelho próximo, médio e termal. Apresenta melhor resolução espacial, acurácia radiométrica e posicionamento geométrico que seu antecessor, o sensor MSS. Os dados do sensor TM foram utilizados em pesquisas e definições de metodologias em amplas áreas do conhecimento científico e tiveram importância singular para a evolução das técnicas desenvolvidas e utilizadas no sensoriamento remoto mundial.
ETM (Enhanced Thematic Mapper)
Satélite Landsat 6
O sensor ETM foi projetado para ser levado a bordo do Landsat 6, no entanto, não entrou em operação devido à falha ocorrida no lançamento do satélite. Em relação ao seu antecessor, o sensor TM, foi incluída uma nova banda pancromática (banda 8) com 15 metros de resolução espacial e mantidas as demais configurações técnicas.
Satélite Landsat 6
O sensor ETM foi projetado para ser levado a bordo do Landsat 6, no entanto, não entrou em operação devido à falha ocorrida no lançamento do satélite. Em relação ao seu antecessor, o sensor TM, foi incluída uma nova banda pancromática (banda 8) com 15 metros de resolução espacial e mantidas as demais configurações técnicas.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Satélite WorldView
Os satélites WorldView-1 e WorldView-2 são os primeiros satélites de uso comercial a utilizarem a tecnologia Control Moment Gyroscopes (CMGs). Esta tecnologia de alto desempenho fornece aceleração num nível 10X acima de outros sensores e melhora tanto a capacidade de manobra como de segmentação. Com o CMGs, o tempo é reduzido de 60 segundos para apenas 9 segundos para realizar uma cobertura de uma faixa de 300 km. Isto significa que o satélite WorldView-2 pode mover-se de um alvo para outro com precisão e rapidez, permitindo a observação de múltiplos alvos em uma única passagem orbital.
De acordo com o fabricante, o satélite WorldView-1 é o satélite pancromático mais ágil do mercado e coleta imagens de resolução submétrica. Operando a uma altitude de 496 km, o WorldView-1 tem uma média de revisita de 1,7 dia e é capaz de recolher até 750.000 quilômetros quadrados de dados por dia.
Operando a uma altitude de 770 km, o satélite WorldView-2 oferece resolução pancromática de 0,5 metro e resolução multiespectral de 1,8 metros. O satélite possui uma média de revisita de 1 dia e é capaz de recolher até 975.000 quilômetros quadrados de dados por dia. O sistema WorldView-2 incorpora quatro bandas multiespectrais clássicas (vermelho, azul, verde e infravermelho próximo) e também inclui quatro novas bandas (litoral, amarelo, vermelho ponta, e perto do infravermelho-2).
De acordo com o fabricante, o satélite WorldView-1 é o satélite pancromático mais ágil do mercado e coleta imagens de resolução submétrica. Operando a uma altitude de 496 km, o WorldView-1 tem uma média de revisita de 1,7 dia e é capaz de recolher até 750.000 quilômetros quadrados de dados por dia.
Operando a uma altitude de 770 km, o satélite WorldView-2 oferece resolução pancromática de 0,5 metro e resolução multiespectral de 1,8 metros. O satélite possui uma média de revisita de 1 dia e é capaz de recolher até 975.000 quilômetros quadrados de dados por dia. O sistema WorldView-2 incorpora quatro bandas multiespectrais clássicas (vermelho, azul, verde e infravermelho próximo) e também inclui quatro novas bandas (litoral, amarelo, vermelho ponta, e perto do infravermelho-2).
PAN
Satélite WorldView-1
Satélite WorldView-1
PAN, MS1 e MS2
Satélite WorldView-2
Satélite WorldView-2
Autor Jorge Santos at 09:30
Marcadores: Satélite, WorldView-2
Artigos Relacionados:quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Constelação de Satélites RapidEye
Fonte: EMBRAPA *
A missão comercial RapidEye é formada por uma constelação de 5 micro-satélites multispectrais, lançados em 29 de Agosto de 2008 em um único foguete russo (DNEPR-1). O controle é feito pela empresa alemã RapidEye AG. O desenvolvimento da missão ocorreu em parceria com a empresa canadense de astronáutica MacDonald Dettwiler and Associates, Ltd., que forneceu os sistemas de pré-processamento de dados e armazenamento de imagens aos satélites. A construção foi responsabilidade da Surrey Satellite Technology Ltd e a empresa Jena-Optronik foi a responsável pela produção das câmeras.
No cenário mundial, o diferencial oferecido pela RapidEye é a capacidade de produzir conjuntos de imagens de qualquer ponto da Terra em pouco tempo, fazendo com que ele possa ser utilizado para monitoramentos de eventos em agricultura, cartografia, florestas, governos, seguradoras e em outros que necessitem de uma atualização de dados mais rápida. Cada satélite possui seu próprio nome, sendo eles: Tachys, Mati, Trochia, Choros e Choma.
No cenário mundial, o diferencial oferecido pela RapidEye é a capacidade de produzir conjuntos de imagens de qualquer ponto da Terra em pouco tempo, fazendo com que ele possa ser utilizado para monitoramentos de eventos em agricultura, cartografia, florestas, governos, seguradoras e em outros que necessitem de uma atualização de dados mais rápida. Cada satélite possui seu próprio nome, sendo eles: Tachys, Mati, Trochia, Choros e Choma.
REIS – (RapidEye Earth Imaging System)
Satélites RapidEye
Os sensores REIS foram instalados nos cinco satélites RapidEye e obtêm imagens da Terra em cinco faixas espectrais, sendo estas, o Azul (440–510nm), Verde (520-590nm), Vermelho (630-685nm), Red-Edge (690-730nm), sensível a alterações do teor de clorofila das plantas) e Infravermelho Próximo (760-850nm), com uma área imageada de 77,25 km. O período de revisita dos satélites é de 24 horas (off-nadir) e 5,5 dias (nadir). A resolução espacial oferecida pelo sensor é de 6,5 metros e 5 metros nas ortoimagens.
Satélites RapidEye
Os sensores REIS foram instalados nos cinco satélites RapidEye e obtêm imagens da Terra em cinco faixas espectrais, sendo estas, o Azul (440–510nm), Verde (520-590nm), Vermelho (630-685nm), Red-Edge (690-730nm), sensível a alterações do teor de clorofila das plantas) e Infravermelho Próximo (760-850nm), com uma área imageada de 77,25 km. O período de revisita dos satélites é de 24 horas (off-nadir) e 5,5 dias (nadir). A resolução espacial oferecida pelo sensor é de 6,5 metros e 5 metros nas ortoimagens.
Satélite GeoEye-1
Fonte: EMBRAPA *
A missão GeoEye representa a evolução dos satélites OrbView,
originalmente responsabilidade da Empresa Orbimage (Orbiting Image
Corporation). Em 2006, o controle dos satélites OrbView passou a ser
feito pela Empresa GeoEye, com sede localizada na Virgínia (Estados
Unidos). O satélite GeoEye-1 foi lançado em setembro de 2008 e alcança
41 cm de resolução espacial no pancromático e 1,6 metros no
multiespectral, com fornecimento de imagens direcionado aos serviços
Google Earth e Google Maps.
PAN; MS - (Panchromatic; Multispectral Sensor)
Satélite GeoEye-1
A bordo do satélite GeoEye-1, os intervalos espectrais dos sensores pancromático e multiespectral sofreram alterações quando comparados aos seus antecessores lançados a bordo dos satélites OrbView 3 e OrbView 4 e a resolução espacial oferecida passou a ser de 41 centímetros no modo pancromático e 1,65 metros no modo multiespectral, com visadas laterais e obtenção de imagens com estereoscopia.
Satélite GeoEye-1
A bordo do satélite GeoEye-1, os intervalos espectrais dos sensores pancromático e multiespectral sofreram alterações quando comparados aos seus antecessores lançados a bordo dos satélites OrbView 3 e OrbView 4 e a resolução espacial oferecida passou a ser de 41 centímetros no modo pancromático e 1,65 metros no modo multiespectral, com visadas laterais e obtenção de imagens com estereoscopia.
Satélite SPOT
Fonte: EMBRAPA *
A série de satélites SPOT é controlada pela empresa francesa Spot
Image. O projeto foi iniciado no final da década de 70 sob liderança do
governo francês, pelo Centre National d´Etudes Spatiales (CNES) e apoio
da Suécia e Bélgica.
Os satélites da família SPOT foram desenhados para operar com sensores ópticos, em bandas do visível, infravermelho próximo e infravermelho médio. Ao todo foram lançados 5 satélites, divididos em três gerações, de acordo com alterações de suas cargas úteis.
Os 3 primeiros satélites da série SPOT (lançados em 1986, 1990 e 1993) levaram a bordo sensores HRV idênticos, capazes de oferecer resolução espacial de 10m e 20m em modo pancromático e multiespectral, respectivamente. O quarto satélite, lançado em 1998, inovou com o acréscimo do sensor VEGETATION e alterou alguns parâmetros do sensor HRV, transformando-o no sensor HRVIR. O quinto satélite da série foi lançado em 2005, com três tipos de sensores a bordo: HRG (evolução do sensor HRVIR com aumento na resolução espacial das imagens e retorno do canal pancromático), o sensor VEGETATION-2 (idêntico ao seu antecessor) e o novo sensor HRS especializado em adquirir imagens stereo.
Hoje (2009) a plataforma do SPOT opera com três satélites (2, 4 e 5) e oferece imagens com resoluções espaciais que variam de 2,5m a 20m. Atuando em conjunto e devido à capacidade de visadas dos sensores, a série fornece imagens das regiões de interesse em intervalos de 1 a 3 dias e é interessante por sua versatilidade na disponibilidade de imagens, na frequência e tamanho das áreas imageadas, na disponibilidade de vários níveis de correção e na possibilidade de programação de imageamento.
As imagens SPOT possuem aplicações nas mais diversas áreas científicas e comerciais, no monitoramento de fenômenos e recursos naturais, acompanhamento do uso agrícola das terras, apoio ao monitoramento e definição de áreas de preservação, atualização de mapas e cartas, entre outros.
Os satélites da família SPOT foram desenhados para operar com sensores ópticos, em bandas do visível, infravermelho próximo e infravermelho médio. Ao todo foram lançados 5 satélites, divididos em três gerações, de acordo com alterações de suas cargas úteis.
Os 3 primeiros satélites da série SPOT (lançados em 1986, 1990 e 1993) levaram a bordo sensores HRV idênticos, capazes de oferecer resolução espacial de 10m e 20m em modo pancromático e multiespectral, respectivamente. O quarto satélite, lançado em 1998, inovou com o acréscimo do sensor VEGETATION e alterou alguns parâmetros do sensor HRV, transformando-o no sensor HRVIR. O quinto satélite da série foi lançado em 2005, com três tipos de sensores a bordo: HRG (evolução do sensor HRVIR com aumento na resolução espacial das imagens e retorno do canal pancromático), o sensor VEGETATION-2 (idêntico ao seu antecessor) e o novo sensor HRS especializado em adquirir imagens stereo.
Hoje (2009) a plataforma do SPOT opera com três satélites (2, 4 e 5) e oferece imagens com resoluções espaciais que variam de 2,5m a 20m. Atuando em conjunto e devido à capacidade de visadas dos sensores, a série fornece imagens das regiões de interesse em intervalos de 1 a 3 dias e é interessante por sua versatilidade na disponibilidade de imagens, na frequência e tamanho das áreas imageadas, na disponibilidade de vários níveis de correção e na possibilidade de programação de imageamento.
As imagens SPOT possuem aplicações nas mais diversas áreas científicas e comerciais, no monitoramento de fenômenos e recursos naturais, acompanhamento do uso agrícola das terras, apoio ao monitoramento e definição de áreas de preservação, atualização de mapas e cartas, entre outros.
Principais Sistemas Sensores - Sensores Orbitais
HRV (High Resolution Visible)
Satélites SPOT-1, SPOT-2 e SPOT-3
Os sensores HRV foram lançados a bordo da primeira geração de satélites da série SPOT. Foram projetados para adquirir imagens no modo pancromático e multiespectral, nas faixas do visível, infravermelho próximo e infravermelho médio. À bordo de cada satélite da série foram alocados dois instrumentos HRV que atuavam em conjunto na aquisição de imagens. Atualmente (2009), os sensores HRV lançados a bordo do SPOT-2 continuam em operação. Devido à possibilidade de realizarem visadas em planos oblíquos verticais em ângulos de até 27º, o imageamento permite a obtenção de imagens em estereoscopia, além possibilitar a diminuição do período de revisita.
HRV (High Resolution Visible)
Satélites SPOT-1, SPOT-2 e SPOT-3
Os sensores HRV foram lançados a bordo da primeira geração de satélites da série SPOT. Foram projetados para adquirir imagens no modo pancromático e multiespectral, nas faixas do visível, infravermelho próximo e infravermelho médio. À bordo de cada satélite da série foram alocados dois instrumentos HRV que atuavam em conjunto na aquisição de imagens. Atualmente (2009), os sensores HRV lançados a bordo do SPOT-2 continuam em operação. Devido à possibilidade de realizarem visadas em planos oblíquos verticais em ângulos de até 27º, o imageamento permite a obtenção de imagens em estereoscopia, além possibilitar a diminuição do período de revisita.
HRVIR (High Resolution Visible - Infrared)
Satélite SPOT-4
Os sensores HRVIR foram lançados a bordo do satélite SPOT-4. Possuem algumas mudanças em relação à versão anterior (HRV), como o acréscimo de uma banda no infravermelho médio, com 20 m de resolução espacial (B4) para viabilizar mapeamentos na área de geologia e monitoramento de vegetação. Além disso, o canal pancromático foi substituído pelo canal M (com comprimento de onda idêntico ao estabelecido na B2 mas com resolução espacial de 10m). O satélite SPOT-4 levou a bordo dois sensores HRVIR para atuarem em conjunto, adquirindo imagens da mesma região de interesse ou de regiões distintas, simultaneamente.
Satélite SPOT-4
Os sensores HRVIR foram lançados a bordo do satélite SPOT-4. Possuem algumas mudanças em relação à versão anterior (HRV), como o acréscimo de uma banda no infravermelho médio, com 20 m de resolução espacial (B4) para viabilizar mapeamentos na área de geologia e monitoramento de vegetação. Além disso, o canal pancromático foi substituído pelo canal M (com comprimento de onda idêntico ao estabelecido na B2 mas com resolução espacial de 10m). O satélite SPOT-4 levou a bordo dois sensores HRVIR para atuarem em conjunto, adquirindo imagens da mesma região de interesse ou de regiões distintas, simultaneamente.
HRG (High Resolution Geometric)
Satélite SPOT-5
Dois sensores HRG foram lançados a bordo do satélite SPOT-5 e evoluíram a partir dos sensores HRVIR. As imagens adquiridas no modo multiespectral passaram a oferecer resolução espacial de 10m (com exceção da banda do infravermelho médio com resolução de 20m); a banda pancromática foi reativada com intervalo espectral semelhante ao estabelecido no sensor HRV e resolução espacial de 5m. As duas câmeras que operam no modo pancromático podem adquirir imagens do mesmo ângulo e permitem, por meio de interpolação, a disponibilização de imagens com 2,5 metros de resolução espacial.
Satélite SPOT-5
Dois sensores HRG foram lançados a bordo do satélite SPOT-5 e evoluíram a partir dos sensores HRVIR. As imagens adquiridas no modo multiespectral passaram a oferecer resolução espacial de 10m (com exceção da banda do infravermelho médio com resolução de 20m); a banda pancromática foi reativada com intervalo espectral semelhante ao estabelecido no sensor HRV e resolução espacial de 5m. As duas câmeras que operam no modo pancromático podem adquirir imagens do mesmo ângulo e permitem, por meio de interpolação, a disponibilização de imagens com 2,5 metros de resolução espacial.
VEGETATION e VEGETATION-2 Instruments
Satélites SPOT-4 e SPOT-5
O projeto do sensor VEGETATION foi financiado pela União Européia e desenvolvido pelo CNES em parceria com a Bélgica, Suécia e Itália, sendo lançado pela primeira vez a bordo do satélite SPOT-4. O sensor atua no monitoramento de mudanças ambientais, especializado em oferecer dados sobre cobertura vegetal e também com canais voltados ao estudos oceanográficos e correção de efeitos atmosféricos. O sensor VEGETATION-2 possui as mesmas configurações do antecessor e foi desenhado para possibilitar continuidade na aquisição de dados dessa plataforma. É capaz de fornecer imagens obtidas em um só dia (primárias) assim como obtidas em intervalos de 10 dias (sintéticas).
Satélites SPOT-4 e SPOT-5
O projeto do sensor VEGETATION foi financiado pela União Européia e desenvolvido pelo CNES em parceria com a Bélgica, Suécia e Itália, sendo lançado pela primeira vez a bordo do satélite SPOT-4. O sensor atua no monitoramento de mudanças ambientais, especializado em oferecer dados sobre cobertura vegetal e também com canais voltados ao estudos oceanográficos e correção de efeitos atmosféricos. O sensor VEGETATION-2 possui as mesmas configurações do antecessor e foi desenhado para possibilitar continuidade na aquisição de dados dessa plataforma. É capaz de fornecer imagens obtidas em um só dia (primárias) assim como obtidas em intervalos de 10 dias (sintéticas).
HRS - (High Resolution Stereoscopic)
Satélite SPOT-5
O sensor HRS foi lançado a bordo do satélite SPOT-5 e projetado especificamente para atuar na obtenção de imagens stereo para geração de MDE (Modelo Digital de Elevação) e viabilizar a produção de imagens ortorretificadas.
Satélite SPOT-5
O sensor HRS foi lançado a bordo do satélite SPOT-5 e projetado especificamente para atuar na obtenção de imagens stereo para geração de MDE (Modelo Digital de Elevação) e viabilizar a produção de imagens ortorretificadas.
Satélite QUICKBIRD
Fonte: EMBRAPA *
A série de satélites comerciais QUICKBIRD é controlada pela Empresa
DigitalGlobe. O primeiro satélite da série não obteve sucesso no
lançamento, ocorrido no ano 2000. O segundo satélite, lançado em
outubro de 2001 continua em operação e oferece imagens comerciais de
alta resolução espacial. O sistema oferece dados com 61 centímetros de
resolução espacial no modo pancromático e 2,4 metros no modo
multiespectral em um vasto campo de visada. O satélite é capaz de
realizar visadas no ângulo de imageamento, o que permite agilidade na
obtenção de imagens de determinado local, além da geração de pares
estereoscópicos.
Devido a alta resolução espacial oferecida pelo satélite, possui aplicações diretas na área de mapeamentos urbanos e rurais que necessitam de alta precisão dos dados (cadastro, redes, planejamento, telecomunicações, saneamento, transportes), além de aplicações voltadas à área ambiental, dinâmica de uso e cobertura das terras, agricultura e recursos florestais.
Devido a alta resolução espacial oferecida pelo satélite, possui aplicações diretas na área de mapeamentos urbanos e rurais que necessitam de alta precisão dos dados (cadastro, redes, planejamento, telecomunicações, saneamento, transportes), além de aplicações voltadas à área ambiental, dinâmica de uso e cobertura das terras, agricultura e recursos florestais.
Sensores PAN e MS
O satélite QUICKBIRD é capaz de obter imagens em amplas faixas de imageamento, com cenas de 16,5 km x 16,5 km. Opera nos modos pancromático e multiespectral, nas faixas do visível e infravermelho próximo. As imagens oferecidas pelo satélite são voltadas ao uso comercial e possuem aplicações nas mais diversas áreas de interesse.
O satélite QUICKBIRD é capaz de obter imagens em amplas faixas de imageamento, com cenas de 16,5 km x 16,5 km. Opera nos modos pancromático e multiespectral, nas faixas do visível e infravermelho próximo. As imagens oferecidas pelo satélite são voltadas ao uso comercial e possuem aplicações nas mais diversas áreas de interesse.
sábado, 26 de dezembro de 2009
Sensoriamento Remoto: Principais Satélites
Autor Jorge Santos at 16:46
Marcadores: Satélite, Sensoriamento Remoto
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