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quarta-feira, 6 de julho de 2011

ArcGIS Online disponibiliza gratuitamente serviços de mapas do Brasil


A Esri, empresa norte-americana líder no desenvolvimento de softwares para geoprocessamento, acaba de atualizar o conteúdo geográfico brasileiro dos serviços de mapas do ArcGIS Online (www.arcgis.com). Os serviços de mapas estão disponíveis na web gratuitamente e apresentam o resultado do investimento e geocolaboração de usuários, parceiros e distribuidores da Esri do mundo inteiro.  Esses serviços permitem que usuários utilizem conteúdo geográfico brasileiro de ótima qualidade em seus mapas e aplicações através do Sistema ArcGIS.

Deilson Silva, líder de marketing técnico da Imagem, explica que com os serviços do ArcGIS Online é possível: planejar ações a partir da espacialização e localização de ativos  de uma empresa, analisar o acréscimo ou decréscimo da vegetação de uma determinada área num período de tempo, disseminar conhecimento e resultados de atividades planejadas, além de entender o comportamento da geografia em áreas urbanas e rurais, além de outros benefícios.

“Os usuários poderão criar seus próprios mapas usando os serviços do ArcGIS Online. E assim, localizar áreas de risco ambiental, criar mapas temáticos a partir demashups (usar mapas e ferramentas de vários servidores em sua aplicação), geocolaborar permitindo que usuários e cidadãos agreguem valor a suas atividades utilizando Inteligência Geográfica de forma simples, rápida e eficiente”, detalha Silva.

Os serviços de mapa que receberam mais atualizações foram: WorldStreetMap, Global Landsat, World Imagery e TopographicMap. O serviço World Street Map, por exemplo, apresenta dados de estradas, ferrovias, recursos hídricos, limites administrativos, entre outros dados espaciais importantes para a elaboração de mapas. Usuários e empresas podem geocolaborar com conteúdo geográfico através do Programa Community Base Maps da Esri. O acesso a estes serviços pode ser feito a partir de qualquer um dos produtos do Sistema ArcGIS.

No Brasil, a Esri é representada com exclusividade pela Imagem, líder em Sistemas de Informações Geográficas na América Latina, localizada em São José dos Campos, SP.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

G1: Senado aprova plebiscito sobre criação do estado de Tapajós

Do G1

Senado aprova plebiscito sobre criação do estado de Tapajós

Novo estado ocuparia cerca de 58% da área total do Pará. Plebiscito sobre criação de Carajás, também no Pará, já foi aprovado.

O plenário do Senado aprovou na tarde desta terça-feira (31) o projeto que prevê a realização de plebiscito sobre a criação do estado de Tapajós, que seria uma divisão do estado do Pará.


A matéria já foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. E, em 5 de maio, o plenário da Câmara já havia aprovado um decreto legislativo que autoriza realização de plebiscito sobre a criação de Tapajós, que estaria localizado a oeste do Pará, ocupando cerca de 58% da área total do estado. Ao todo, 27 municípios estão previstos para o estado de Tapajós, que teria Santarém como capital.

Após a promulgação da proposta pelo presidente do Congresso, José Sarney (PMDB-AP), o plebiscito poderá ser realizado em até seis meses, de acordo com a organização da Justiça Eleitoral.

Carajás
O Congresso já aprovou projeto que prevê um plebiscito sobre a criação do estado de Carajás, que estaria localizado a sul e sudeste do Pará e teria como capital a cidade de Marabá.

O novo estado seria formado por 39 municípios, com área equivalente a 25% do atual território do Pará.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Satélites descobrem 17 pirâmides “perdidas” no Egito



Direto do site Hyperscience



Cientistas acreditam ter encontrado 17 pirâmides “perdidas” no Egito.

Sarah Parcak e sua equipe de um laboratório patrocinado pela NASA da Universidade do Alabama, EUA, fizeram as descobertas através de um levantamento por satélite. Duas das supostas pirâmides já foram confirmadas por escavações iniciais.

Eles também encontraram mais de 1.000 tumbas e 3.000 antigos assentamentos em imagens infravermelhas que mostram construções subterrâneas.

Sarah disse que é provável que mais edifícios sejam encontrados. As descobertas são apenas de locais próximos à superfície. Existem milhares de locais adicionais que o Nilo cobriu com lama, e que o trabalho com imagens espaciais pode mostrar.

“Isso só nos mostra como é fácil subestimar o tamanho e a escala dos assentamentos humanos do passado”, afirma Sarah. Ela disse que as técnicas usadas são instrumentos importantes na elaboração de onde concentrar escavações, pois os satélites permitem uma perspectiva muito maior de sítios arqueológicos.

Enquanto isso, os túmulos de sete homens, incluindo vários que serviam o rei Tutancâmon e seu pai, o faraó Aquenáton, foram abertos para os turistas no começo desta semana, após restauração.

O ministro egípcio de antiguidades, Zahi Hawass, disse que dois dos homens que construíram tumbas para si mesmos – Maya, o tesoureiro do rei Tutancâmon, e Horemheb, um general do mesmo rei, que mais tarde se tornou rei -, foram homens muito importantes durante um dos períodos mais tumultuados do Egito.

Segundo Zahi, Maya foi responsável por restaurar a ordem no Egito, enquanto seu colega Horemheb restaurou a ordem no exterior.

A tumba construída para Meryneith, que era mordomo do templo no reinado de Aquenáton, era de tijolos envoltos em blocos de pedra calcária. Uma cena em uma parede mostra metalúrgicos exercendo seu ofício.

Os outros túmulos foram construídos para Ptahemwia, que era o mordomo real de ambos Aquenáton e Tutancâmon, Tia, um alto funcionário de Ramsés II que reinou de 1303-1213 a.C., e Pay e seu filho, Raia. Pay era o superintendente do harém de Tutancâmon, e Raia era um soldado, que mais tarde assumiu o posto de seu pai.

Alguns destes túmulos foram descobertos em 1843 pelo explorador alemão Richard Lepsius, mas não foram totalmente escavados até que uma missão anglo-holandesa começou a escavar lá em 1975. Agora, uma equipe holandesa da Universidade de Leiden está restaurando os túmulos.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Os satélites da cooperação Brasil-Argentina

Do blog Panorama Espacial

Brasil e Argentina construirão dois satélites Sabiá-mar

A cooperação Brasil-Argentina para a construção conjunta de dois satélites de observação oceanográfica, o Sabiá-mar 1 e 2, eleva-se a uma fase mais avançada, pois já conta com os recursos necessários para tornar-se realidade.

Na reunião do Mecanismo de Integração e Cooperação entre os dois países, realizada na Embaixada da Argentina, na última quinta-feira (19), o chefe da Assessoria de Cooperação Internacional da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Monserrat Filho, relatou que o Brasil já dispõe dos recursos financeiros destinados ao desenvolvimento básico do projeto Sabiá-mar. O lado argentino, por sua parte, também está pronto para iniciar esse trabalho cooperativo, que, estima-se, terá forte impacto não apenas nos dois países, mas igualmente em toda a América Latina. “Será a primeira vez que dois países latino-americanos se unirão para construir satélites, usando tão somente suas competências e capacidades”, comentou Monserrat.

Segundo o coordenador-geral do Programa de Satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Marco Chamon, as áreas de engenharia dos dois países já aprofundaram o detalhamento técnico do projeto. Ao Brasil, caberá a Plataforma Multimissão para os dois satélites (de pequeno porte). E a Argentina responderá pelas cargas úteis. No entanto, cada parte poderá participar ativamente nos itens de responsabilidade da outra parte. As próximas tarefas a serem cumpridas serão definidas no encontro de Buenos Aires.

De parte da Argentina, a reunião do Mecanismo de Integração e Cooperação dos dois países foi conduzida pelo ministro Sérgio Pérez Gunella e contou com a presença de vários diplomadas argentinos.

O próximo passo será a realização de um seminário técnico, em Buenos Aires, nos dias 30 de junho e 1º de julho, com as equipes de engenheiros encarregadas de concretizar o projeto.

Fonte: Luís Nassif

terça-feira, 17 de maio de 2011

Revista ISTO É: Brasil precisa ampliar o controle sobre seus satélites

Reportagem da Revista ISTO É:

Brasil devassado

Sem um satélite próprio, o País depende de estrangeiros para proteger suas riquezas, fluir informações militares e até controlar o tráfego aéreo

Claudio Dantas Sequeira


Apesar dos avanços e recuos, uma das prioridades do governo brasileiro é reaparelhar as Forças Armadas. Pelos planos, em breve o Brasil ganhará um submarino de propulsão nuclear para patrulhar a costa, em especial a região do pré-sal, um grupo de caças de quinta geração para proteger o espaço aéreo do país; e armamentos de última geração para equipar os soldados que monitoram a porosa fronteira brasileira. Como em qualquer país com um poderio militar moderno, o plano do governo prevê que toda a comunicação entre as três forças seja feita via satélite, permitindo a troca rápida e segura de informações. Na teoria, a estratégia de defesa brasileira parece não ter falhas graves e obedece aos procedimentos das melhores forças armadas do mundo. Na prática, no entanto, existe um nó difícil de ser desatado e que, em tese, compromete todo o investimento bilionário que o País se prepara para fazer.

Ao contrário das principais nações desenvolvidas e emergentes do mundo, o Brasil não tem controle nem ao menos sobre um dos quase mil satélites que estão em órbita no mundo hoje. A Índia, por exemplo, tem seis deles dedicados a ela e a China, outros 60. Hoje, todas as informações brasileiras que trafegam pelo espaço – sejam elas militares, governamentais ou de empresas privadas nacionais – passam por satélites privados, controlados por uma única empresa, a Star One, do bilionário mexicano Carlos Slim. Na prática, o Brasil é um simples locador de um retransmissor espacial que tem como função principal gerar lucros para o seu dono. Em uma situação de conflito, seja ele militar ou econômico, em última instância o locador tem o poder de simplesmente cortar o sinal do satélite, fazendo com que todo o moderno aparato militar que o País pretende adquirir se torne completamente inútil.

Clique aqui para ler a matéria completa no site da revista.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Charge: Europeus fornecem novo modelo da Terra


segunda-feira, 14 de março de 2011

Antes e Depois do Tsunami no Japão: Imagens do satélite GeoEye-1


Imagens do satélite de alta resolução GeoEye-1 revelam a dimensão da tragédia no Japão que comoveu o mundo e tomou conta do noticiário nos últimos dias.

As imagens são impressionantes.


Fonte: The NewYork Times

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Polícia da Inglaterra lança na web mapa dos crimes no país

Serviço mostra a quantidade de crimes registrados em cada bairro.
No dia do lançamento, site teve 18 milhões de acessos por hora.


Do G1, em São Paulo

A Inglaterra lançou na terça-feira (1) um novo mapa que mostra a quantidade de crimes reportados pela polícia britânica em cada bairro do país. O serviço disponibiliza dados da polícia e custou 300 mil libras – cerca de R$ 800 mil.

http://www.police.uk/

Ao digitar o CEP do endereço no site da polícia, o mapa mostra todos os crimes registrados em determinado bairro, como roubos, furtos, assaltos a veículos e crimes violentos. Ao navegar no mapa, é possível ver exatamente o local onde o crime ocorreu. Apenas no dia do lançamento, o serviço registrou cerca de 18 milhões de acessos por hora, o que causou a instabilidade do site.

Site da polícia conta com mapa que mostra todos os crimes registrados no bairro. (Foto: Reprodução)

Conforme o serviço, a rua mais perigosa é a Glovers Court, no interior da Inglaterra, onde foram reportados 150 casos de violência. De acordo com o jornal britânico ‘Guardian’, o serviço tem sido criticado pois pode prejudicar a venda de imóveis em algumas áreas.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Inpe divulga imagens de satélite da tragédia no RJ

Inpe divulga imagens de satélite da tragédia no RJ

Fonte: Portal Terra

Dayanne Sousa

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou nesta quarta-feira (2) imagens inéditas obtidas por satélite na região abalada pelas chuvas do último mês no Rio de Janeiro. Detalhes do deslizamento de terra na região serrana serão estudados a partir das cenas registradas.

Um conjunto de aproximadamente 50 imagens foi entregue à Defesa Civil do Estado. Nelas, é possível identificar as marcas dos deslizamentos, que se assemelham a cicatrizes em meio à área verde. Pode-se perceber também a ocupação de encostas nos arredores dos locais mais afetados.

Estas imagens, do satélite GeoEye, foram obtidas por meio do International Charter Space and Major Disasters, um consórcio de instituições e agências espaciais do mundo todo, do qual faz parte o Inpe, para auxílio a países afetados por desastres naturais.




O portal também disponibilizou um controle deslizante para efeitos de comparação do relevo antes e depois da tragédia na região Serrana. Clique na imagem abaixo para visitar o site:


quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

RJ: Mapas digitais para diagnóstico do trânsito

Mapa digital faz diagnóstico do trânsito para intervenções

Programa traça histórico dos acidentes no Rio. Objetivo é planejar ações de segurança

POR CHRISTINA NASCIMENTO

Rio - Um programa de computador é, desde o início deste mês, novo aliado da Secretaria Municipal de Transportes para planejar melhorias no trânsito da cidade. O ‘Geogit’ reúne o histórico de acidentes nas vias do Rio, proporcionando um diagnóstico que orientará futuras intervenções, como instalação de sinais, diminuição de fluxo de veículos em alguns trechos e aumento de guardas municipais em determinadas vias.


Cada ponto vermelho no mapa representa um acidente, com data e hora e até motivo registrados pela PM | Foto: Reprodução

O sistema consiste em um mapa digital onde cada ocorrência vira um ponto vermelho. Ao clicar em cada ponto, os técnicos da CET-Rio conseguem ver dia e horário daquela colisão, se houve vítimas e, em alguns casos, até mesmo o motivo da batida. “Não é apenas um sistema para fazer diagnóstico. Mas também para auxiliar a implementar medidas e acompanhar o que for feito a partir do que descobrirmos com o cruzamento de informações”, explicou o diretor de Desenvolvimento da CET-Rio, Ricardo Lemos.

Foto: Alexandre Brum / Agência O Dia
Na Av. Presidente Vargas, uma das que registram mais acidentes, as ocorrências estão quase sempre relacionadas à imprudência de pedestres | Foto: Alexandre Brum / Agência O Dia

DETALHES NAS RUAS

O banco de dados do sistema é abastecido pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), que repassa mensalmente todas as informações registradas pelos policiais militares nas ruas. A tecnologia do software permite, ainda, o recorte de situações específicas, como descobrir quantos acidentes ocorreram no entorno de escolas e creches municipais, em um dia de temporal na cidade ou em determinada rua. “Pode fazer um estudo, por exemplo, focando o Rock in Rio, levantando dados para saber se nas saídas dos shows houve aumento de acidentes”, informou Lemos.

A cada três meses, os dados serão ficarão à disposição de técnicos da Gerência de Informações de Trânsito. “Usamos o sistema este ano. Fazemos ajustes, mas em breve já teremos diagnósticos”, diz a gerente de Informações de Tráfego da CET-Rio, Cláudia Baptista.

Três vias recordistas de acidentes, na Barra e Centro

Mesmo ainda sem o estudo fechado, três vias já encabeçam a lista das recordistas de acidentes: as avenidas Ayrton Senna e das Américas, na Barra da Tijuca, e Presidente Vargas, no Centro. Nas duas primeiras, o problema se deve a alto volume de tráfego, problemas de sinalização e ao fato de serem vias de mão dupla.

Já no caso da Presidente Vargas, as ocorrências quase sempre estão ligadas à imprudência de pedestres. “Você tem ali uma série de pólos que as pessoas vão buscar: trem, metrô, terminal de ônibus. Há uma quantidade muito grande de gente, de veículos, e uma via com várias pistas a serem vencidas, o que resulta num grande número de atropelamentos”, disse a gerente de Informações de Tráfego da CET-Rio, Claudia Baptista.

As ocorrências de 2008 até 2010 já estão no banco de dados do Geogit. As atualizações de 2011 são feitas sempre no fim de cada mês. “A implementação da Lei Seca foi fator determinante de redução de vítimas. Mas nossa meta é sempre reduzir os números”, disse o diretor de Desenvolvimento da CET-Rio, Ricardo Lemos.

Fonte: Jornal O Dia

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Nasa se prepara para lançar a próxima missão de observação da Terra

WASHINGTON - A mais nova missão de observação e pesquisa da Terra será lançada no dia 23 de fevereiro, da Base Aérea de Vandenberg, na Califórnia. O satélite Glory pretende estudar como o Sol e as partículas em suspensão na atmosfera (aerossóis) afetam a temperatura da Terra. O satélite vai se juntar a uma frota chamada Afternoon Constellation ou "A-train", grupo de satélites de observação que inclui as naves Aqua e Aura, da Nasa.

- O Glory vai ajudar os cientistas a atacar uma das maiores questões das mudanças climáticas identificada pelo Painel Intergovernamental das Nações Unidas: a influência dos aerossois no equilíbrio de energia do nosso planeta - diz Michael Freilich, um dos diretores da missão da Nasa.

Originalmente aprovado em 2005, o Glory foi desenvolvido por um time de engenheiros e cientistas de vários setores dos EUA. O satélite chegou em Vandenberg em 11 de janeiro depois de uma viagem pelo país desde a Orbital Sciences Corporation, em Dulles.

- A nave está no local de lançamento e todas as inspeções e testes elétricos estão sendo feitos - diz Bryan Fafaul, gerente do projeto Glory no Goddard Space Flight Center, da Nasa.

O satélite está equipado com uma nova tecnologia para esclarecer alguns dos mais complexos elementos do Sistema da Terra. A missão levará o aerossol Polarimetria Sensor (APS) - que vai coletar dados de nove tipos de ondas diferentes para ajudar a distinguir entre os aerossois naturais e os produzidos por humanos - e o monitor de irradiância total (TIM, na sigla em inglês) - para medir a irradiância solar, que varia conforme os ciclos do Sol a cada 11 anos, aproximadamente.

Glory vai voar na órbita baixa da Terra, em uma altitude de 438 milhas, a distância aproximada de Boston a Washington. Depois do lançamento, a missão fará testes de verificação a cada 30 dias e coletará dados por pelo menos três anos.

Fonte: O Globo

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