segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Recorte de raster via ROI no gvSIG 1.9

Recorte de um Arquivo Raster via Região de Interesse no gvSIG 1.9
[Raster Subset via Region of Interest in gvSIG 1.9]

Olá amigos! Esta é a segunda parte do tutorial sobre a criação e edição de uma Região de Interesse no gvSIG 1.9. O programa está pronto para realizar recortes nos arquivos raster através de uma máscara da Região de Interesse previamente criada.

Os requisitos para executar essa operação são:

- Instalar a extensão Teledetección para processar arquivos raster
- Criar uma Região de Interesse - ROI - no gvSIG.

[ATENÇÃO] VERSÕES MAIS RECENTES DO GVSIG (1.10 OADE) INCLUEM NA INSTALAÇÃO A EXTENSÃO TELEDETECCIÓN.

O modelo do raster que serviu de amostra é uma cena do satélite Landsat-5:

Veja o resultado final após a aplicação dos filtros de recorte do raster:

Link para download do tutorial
Recorte de raster via Região de Interesse no gvSIG 1.9 (1.8 MB)

domingo, 3 de janeiro de 2010

Conheça o site Disasters Map


Conheça o mais novo mapeamento online de catástrofes naturais

O objetivo do site Disasters Map é reunir pessoas de todo o mundo  para compartilhar suas histórias relacionadas a catástrofes. Todos os participantes podem contribuir com textos, links, fotos e videos e alimentar o banco de dados no Google Maps.


Qualquer pessoa pode adicionar eventos de desastres no mapa (terremotos, enchentes, deslizamentos de terra, etc). O acesso é livre para qualquer país e qualquer localidade pode participar desse mapeamento online. Um das aplicações  desse mapamento é facilitar a chegada do socorro e da ajuda humanitária para as regiões atingidas.

Para visitar o site Disasters Online, clique no link abaixo:
http://wikimapps.com/index.php/a/disastermap/show

Para maiores informações, consulte o portal GeoInformação Online:
http://www.geoinformacaonline.com/index.php

Curso online de ArcGIS para iniciantes


Para dar continuidade ao objetivo de disseminar o acesso às diversas geotecnologias, segue a dica do navegante Eduardo publicada na lista ArcGIS-Brasil do Yahoo! Grupos sobre um tutorial bem elaborado do ArcGIS para iniciantes.

De acordo com o autor, o curso foi iniciado como uma tentativa de oferecer ensino de GIS à distância aos vários projetos de exploração mineral da Companhia Vale do Rio Doce. Por uma série de fatores, a iniciativa não seguiu adiante, mas as pessoas que fizeram o curso apresentaram um resultado bastante satisfatórioe o curso foi finalmente publicado na internet.

Rodrigo Nobrega, o autor do curso, não deixou passar nada: Principais Conceitos, Banco de Dados, Análise Espacial e Layout de Mapas são alguns dos temas abordados com propriedade por quem tem domínio da ferramenta. Imperdível para àqueles que estão iniciando no mundo do GIS.

Acesse o Curso Online de ArcGIS através desse link:
http://usuarios.lycos.es/arcgis/index.htm

Curso online de gvSIG para iniciantes


O Laboratório de Processamento de Imagens e Geoprocessamento - LAPIG - da Universidade Federal de Goiás elaborou um excelente Curso  online de gvSIG para iniciantes O conteúdo do curso é vasto: cada função, cada ferramenta do programa é detalhadamente explicada e o curso possui exercícios de fixação para que o aluno internauta avalie seu grau de aprendizado.

São vários módulos que descrevem as aplicações da tabela de atributos, operações com projeções e sistemas de coordenadas, manipulação de arquivos shapefile e as principais funções da famosa extensão Sextante.

Para os estudantes ou aqueles profissionais que estão iniciando na carreira de Geoprocessamento e suas aplicações, vale a pena conferir o curso.

Acesse o Curso Online de gvSIG através desse link:
http://www.lapig.iesa.ufg.br/lapig/cursos_online/gvsig/index.html

sábado, 2 de janeiro de 2010

Tutoriais sobre Georreferenciamento no ArcMap


Aprenda técnicas de georreferenciamento através dos excelentes tutoriais publicados no blog do Luís Sadeck. Segundo o próprio autor, esse procedimento para quem trabalha com sensoriamento remoto e geoprocessamento é de fundamental importância e precisa ser muito bem feito, para isso é necessário muito treino e conhecimento básico da área a ser registrada, dependendo do processo que será aplicado.

Tutoriais indispensáveis para as pessoas que desejam aprimorar técnicas de georreferenciamento de imagens e georreferenciamento de vetores.


Dúvidas postadas no Google [30/12/2009]



"GeoDúvidas" postadas no Google no finalzinho de 2009 e início de 2010:


30 Dec, Wed, 22:50:59   graus decimais
31 Dec, Thu, 09:57:43    gvsig convert utm wgs 84
31 Dec, Thu, 10:12:18    SEXTANTE MDE
31 Dec, Thu, 10:59:42    como converter arquivos kml para shp
31 Dec, Thu, 11:51:56    gvsig convert projection
31 Dec, Thu, 12:22:24    arquivo ob! converter
31 Dec, Thu, 12:22:33    blogspot "TrackMaker"
31 Dec, Thu, 12:23:06    gerar curvas google
31 Dec, Thu, 15:23:09    mapwindow gis
31 Dec, Thu, 18:31:36    como fazer arquivo em alpha no photoshop
31 Dec, Thu, 19:05:27    como fazer arquivo em alpha no photoshop
01 Jan, Fri, 11:34:23       gerar canal alpha
01 Jan, Fri, 16:55:04       imagens de dakar senegal
01 Jan, Fri, 18:36:40       imagens dakar 2009
01 Jan, Fri, 21:57:45       tutorial do envi 4.2
01 Jan, Fri, 23:01:09       www.processamentodigital.blogspot.com
02 Jan, Sat, 01:40:39      georreferenciar imagem no envi
02 Jan, Sat, 13:15:17      como salvo um canal alfa?
02 Jan, Sat, 13:42:06      processamento digital blog


A área de geoprocessamento vão bombar em 2010!

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Satélite LANDSAT


Fonte: EMBRAPA *

A série LANDSAT teve início na segunda metade da década de 60, a partir de um projeto desenvolvido pela Agência Espacial Americana e dedicado exclusivamente à observação dos recursos naturais terrestres. Essa missão foi denominada Earth Resources Technology Satellite (ERTS) e em 1975 passou a se denominar Landsat.

A missão, em sua maioria, foi gerenciada pela National Aeronautics and Space Administration (NASA) e pela U.S.Geological Survey (USGS) e envolveu o lançamento de sete satélites. A série Landsat continua em atividade até hoje, o que significa mais de 30 anos contribuindo para a evolução das técnicas de sensoriamento remoto em instituições do mundo todo.

O primeiro satélite, e também o primeiro desenvolvido para atuar diretamente em pesquisas de recursos naturais, foi lançado em 1972 e denominado ERTS-1 ou Landsat-1. Levou dois instrumentos a bordo: as câmeras RBV (Return Beam Vidicon) e MSS (Multispectral Scanner System).

Os mesmos instrumentos estiveram a bordo do Landsat 2 (lançado em 1975) e do Landsat 3 (lançado em 1978), considerados satélites experimentais. No L2 os sensores foram projetados de forma idêntica aos seus antecessores, enquanto no L3 sofreram algumas alterações, principalmente em relação aos canais oferecidos.

O Landsat 4 começou a operar em 1982, com o MSS e também uma grande novidade: o sensor TM (Thematic Mapper), projetado para dar suporte às pesquisas nas mais diversas áreas temáticas, especializado em recursos naturais. Dois anos mais tarde entraria em órbita o Landsat-5, com os mesmos instrumentos sensores do L4. Embora o MSS do satélite L5 tenha deixado de enviar dados em 1995, o sensor TM encontra-se ativo até hoje, oferecendo continuidade aos trabalhos e metodologias desenvolvidas com os produtos do Landsat.

Em 1993, o L4 e o L5 já haviam superado sua vida útil e o sexto satélite da série Landsat não conseguiu atingir a órbita terrestre devido à ocorrência de falhas no lançamento. O Landsat 6 foi projetado com o sensor ETM (Enhanced Thematic Mapper), com configurações semelhantes ao seu antecessor, inovando na inclusão da banda 8 pancromática com 15 metros de resolução espacial.

O sensor ETM evoluiu para o sensor ETM+ (Enhanced Thematic Mapper Plus) lançado em 1999 a bordo do Landsat 7. Este instrumento foi capaz de ampliar as possibilidades de uso dos produtos Landsat, oferecendo a versatilidade e eficiência obtidas nas versões anteriores, pois conseguiu melhorar a acurácia do sistema, manteve os mesmos intervalos espectrais, ampliou a resolução espacial da banda 6 (infravermelho termal) para 60 metros, além de tornar a banda pancromática operante e permitir a geração de composições coloridas com 15 metros de resolução. O L7 enviou dados completos para a Terra até 2003, quando apresentou avarias de hardware e começou a operar com o espelho corretor de linha (SLC) desligado. Desde então, as imagens continuam adquiridas e enviadas para a Terra mas para torná-las aptas à utilização necessitam de correções prévias e análise de acurácia no posicionamento e calibração dos pixels.

A antena de recepção do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) localizada em Cuiabá, capta desde os anos 70 imagens de todo território nacional, o que representa um enorme e único acervo de dados sobre nosso país. Este sistema orbital é ainda muito utilizado nas pesquisas realizadas pela Embrapa Monitoramento por Satélite. Existe a previsão de que a série Landsat continue, com o lançamento a partir de 2011 do LDCM (Landsat Data Continuity Mission) operando com instrumento OLI (Operational Land Imager). A continuação da série será importante para a utilização e aperfeiçoamento dos algoritmos desenvolvidos ao longo dos últimos 30 anos de pesquisas na área de sensoriamento remoto.



Principais Sistemas Sensores - Sensores Orbitais

RBV (RBV)
Satélites Landsat-1, Landsat-2 e Landsat-3

O sensor RBV esteve a bordo dos três primeiros satélites da série Landsat e foi decisivo para definir as bases dos sensores que seriam lançados no futuro. As câmeras tinham capacidade de obter imagens diurnas que captavam dados de forma instantânea para a área total das cenas, com revisitas de 18 dias.

Nos dois primeiros satélites (L1 e L2), o sensor RBV operou no modo multiespectral, com três canais/câmeras (nas regiões do visível e infravermelho próximo) e resolução espacial de 80 metros:

a) o canal 1 (475 – 575 nm) na região do azul/verde;
b) o canal 2 (580 – 680 nm) na região do verde/vermelho;
c) o canal 3 (690 – 830 nm) na região do vermelho/infravermelho próximo.

No terceiro satélite da série (L3), o sensor RBV operou com duas câmeras RCA, em uma única banda pancromática (0,505 – 0,750 nm) e ofereceu 30 metros de resolução espacial.

MSS ((Multispectral Scanner System))
Satélites Landsat 1, Landsat 2, Landsat 3, Landsat 4 e Landsat 5

O sensor MSS foi lançado a bordo dos cinco primeiros satélites da série Landsat e passou por algumas atualizações durante o tempo. Com exceção do L3 que foi projetado com a banda 8 termal, os demais foram desenhados com quatro canais dispostos nas regiões do visível e infravermelho próximo. Embora projetado com a banda 8, o sensor MSS a bordo do L3 também operou com quatro bandas devido à falha no sensor termal ter ocorrido após o lançamento.

Algumas alterações verificadas entre as versões do MSS durante o tempo dizem respeito às próprias características dos satélites, que reduziram o tempo de revisita de 18 para 16 dias e aumentaram a acurácia no armazenamento dos dados de 6 para 8 bits. O sensor MSS a bordo do satélite Landsat 5 deixou de funcionar em 1995, ao contrário do sensor TM que o acompanhou e que continua enviando dados até o presente.

TM (Thematic Mapper)
Satélites Landsat 4 e Landsat 5

O sensor TM foi lançado a bordo dos satélites Landsat 4 e Landsat 5. Possui separação espectral adequada ao seu principal propósito, ou seja, oferecer subsídios para mapeamentos temáticos na área de recursos naturais. Continua em atividade no satélite L5 e opera com 7 bandas nas regiões do visível, infravermelho próximo, médio e termal. Apresenta melhor resolução espacial, acurácia radiométrica e posicionamento geométrico que seu antecessor, o sensor MSS. Os dados do sensor TM foram utilizados em pesquisas e definições de metodologias em amplas áreas do conhecimento científico e tiveram importância singular para a evolução das técnicas desenvolvidas e utilizadas no sensoriamento remoto mundial.

ETM (Enhanced Thematic Mapper)
Satélite Landsat 6

O sensor ETM foi projetado para ser levado a bordo do Landsat 6, no entanto, não entrou em operação devido à falha ocorrida no lançamento do satélite. Em relação ao seu antecessor, o sensor TM, foi incluída uma nova banda pancromática (banda 8) com 15 metros de resolução espacial e mantidas as demais configurações técnicas.


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